[Via G1]
Aós mostrar evolução no quadro clínico, o zagueiro Neto, um dos sobreviventes do acidente aéreo com o avião da Chapecoense, no mês passado, deixou nesta quinta-feira (15) o hospital de Medellín (Colômbia) e embarcou para voltar ao Brasil. O acidente deixou 71 mortos e seis feridos.
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Antes de deixar o hospital colombiano, o jogador brasileiro reencontrou Marlon Lengua, policial que o resgatou (Foto: Reprodução/Facebook/Leonardo Zampier)
Neto foi o último ferido a ser resgatado após a queda do avião da LaMia. Antes de deixar o hospital colombiano, o jogador brasileiro reencontrou Marlon Lengua, policial que o resgatou quando as buscas aos sobreviventes já estavam suspensas.
A aeronave com o jogador brasileiro decolou às 13h28 (horário de Brasília).
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Neto embarcou nesta quinta-feira de volta ao Brasil (Foto: TV Globo)
Alan Ruschel e Rafael Henzel
O jogador da Chapecoense Alan Ruschel e o jornalista Rafael Henzel, feridos no acidente com o avião que levava a delegação do time, deixaram o hospital onde estavam internados na Colômbia e embarcaram para o Brasil na terça-feira (13).
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Rafael Henzel e Alan Ruschel embarcam em avião da FAB para voltar ao Brasil (Foto: Reprodução/TV Globo)
O goleiro Jackson Follmann foi o primeiro ferido a vir para o Brasil, na segunda-feira.
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Follmann teve a perna direita amputada na terça-feira devido à gravidade das lesões (Foto: Andre Penner/AP)
Queda
O acidente com o avião da companhia LaMia que levava a delegação da Chapecoense para o jogo contra o Atlético Nacional em Medellín ocorreu no dia 29 de novembro. A aeronave se chocou contra as montanhas na zona rural do município de La Unión, no estado de Antioquia, após perder velocidade e altitude constantemente. Antes, o avião deu duas voltas no ar, em uma posição de espera.
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Destroços do voo da Chapecoense (Foto: Luis Benavides/AP)
A queda deixou 71 mortos e seis sobreviventes: além dos quatro brasileiros, salvaram-se os tripulantes bolivianos Erwin Tumiri e Ximena Suarez.
Descobertas iniciais de autoridades colombianas revelam que o avião estava sem combustível no momento do impacto. A investigação tenta determinar o motivo da falta de combustível - uma das hipóteses é que o piloto tenha voado com autonomia de voo justa para a distância percorrida, sem sobras.
As caixas-pretas foram encontradas intactas e estão sendo analisadas na Inglaterra. A LaMia é uma empresa venezuelana que opera na Bolívia.