[Via G1]
O estado Islâmico reivindicou nesta terça-feira (10) o ataque com um carro-bomba no Sinai, no Egito, em comunicado divulgado pela agência Amaq, segundo a Reuters. Sete policiais e um pedestre morreram no atentado de segunda-feira (9) um posto de controle, no leste do país.
Segundo o ministério egípcio, os criminosos tentaram dirigir o caminhão até o posto de controle, mas a polícia abriu fogo e a explosão ocorreu antes que alcançassem seu objetivo, de acordo com a France Presse.
Também dispararam com lança-granadas contra o posto situado perto da cidade de Al Arish, no norte do Sinai. Cinco terroristas também morreram atingidos por disparos da polícia.
Al Arish e seus arredores foram alvos de muitos ataques reivindicados em sua maioria pela Província do Sinai, o braço egípcio do grupo extremista Estado Islâmico. Centenas de policiais e soldados morreram nestes atentados, segundo o governo.
O presidente egípcio, Abdel Fatah al-Sissi, que derrubou quando era chefe das Forças Armadas seu antecessor islamita Mohamed Mursi, em 2013, realiza uma repressão sangrenta contra qualquer oposição no Egito, tanto islamita quanto laica.