[Via Correio do Estado]
A Suzano Papel e Celulose e a Fibria Celulose confirmaram nesta segunda-feira, 14, a conclusão da fusão entre as empresas. Desta forma, a Suzano, empresa resultante da fusão, inicia hoje suas operações, já líder na produção de celulose de eucalipto. O acordo, anunciado em março de 2018, foi submetido à aprovação de todos os órgãos reguladores nacionais e internacionais.
Para Mato Grosso do Sul, a expectativa é que a fusão entre as duas empresas traga maior competitividade ao Estado. A até Fibria Fibria tem duas plantas em operação no município de Três Lagoas. A segunda linha foi inaugurada em agosto de 2017, após investimento de R$ 7,5 bilhões. Juntas as duas fábricas no Estado têm capacidade instalada para 3,25 milhões de toneladas de celulose por ano. No ano passado, a companhia havia confirmado o início dos estudos para a construção de uma terceira planta, também no município.
A última etapa da operação de fusão foi realizada nesta segunda-feira (14) após a Suzano efetuar o pagamento de R$ 27,8 bilhões aos acionistas da Fibria, que se tornam acionistas da Suzano, nova marca da empresa.
“Concluímos com êxito a realização de um sonho. A jornada que começa agora é movida pelo desejo de sermos protagonistas na evolução da sociedade e referência no uso sustentável de recursos renováveis e, a partir disso, contribuir para a construção de um mundo melhor, agora e no futuro”, afirma Walter Schalka, Presidente da Suzano.
A empresa, conforme a Suzano, já nasce com capacidade de produção de 11 milhões de toneladas de celulose de mercado e de 1,4 milhão de toneladas de papel por ano. A competitividade da Suzano pode ser medida por sua presença global, com vendas para mais de 80 países, e pela dimensão das operações, com 11 fábricas distribuídas pelo País e cerca de 37 mil colaboradores diretos e indiretos.
“Estamos entusiasmados em relação às transformações que a Suzano está vivendo e reforçamos, nesse momento, o compromisso de seguirmos contribuindo para o desenvolvimento do Brasil e para a promoção da educação, da cultura, da saúde e do bem-estar na vida das pessoas”, ressalta Schalka.