Capital

Mais de mil pessoas furaram toque de recolher na noite de sexta-feira da Capital

Fiscalização foi feita pela Guarda Civil Metropolitana; 43 estabelecimentos comerciais fiscalizados pelas equipes

A Guarda Civil abordou 1120 pessoas nas ruas de Campo Grande na noite de sexta-feira (30), quando fiscalizavam cumprimento do toque de recolher, previsto no decreto nº 14.601.

Todas elas foram orientadas a retornarem e permanecerem em suas residências. A equipe, composta por 65 guardas civis, também verificou 43 estabelecimentos comerciais.

As ações são feitas nas sete regiões da cidade: Anhanduizinho, Bandeira, Centro, Imbirussu, Lagoa, Prosa e Segredo. O toque de recolher estabelecido pela prefeitura é válido das 22h até 5h.

Na operação blitz, realizada pela GCM, Detran, e Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), foram abordados 145 veículos, sendo 14 notificados. Seis condutores foram flagrados por conduzir veículo sob efeito de álcool, e 4 foram autuados por recusar fazer o teste do etilômetro.

Restrições

Durante o período, é vedada a circulação de pessoas, salvo em razão de trabalho, serviços emergenciais, emergência médica ou urgência inadiável.

O toque de recolher não é aplicado a postos de combustíveis, farmácias e serviços de saúde, que podem funcionar em horário estabelecido no alvará de localização e funcionamento, assim como aos serviços de delivery, de coleta de resíduos e ações destinadas ao enfrentamento da Covid-19.

Estabelecimentos e atividades com atendimento ao público podem funcionar apenas com 40% da capacidade de lotação permitida, incluindo igrejas, festas, eventos esportivos e campeonatos.

Shoppings podem funcionar diariamente das 10h às 22h, enquanto o varejo em geral é das 8h às 21h.

Passes de transporte gratuito dos estudantes continua suspenso, enquanto o dos idosos é liberado apenas das 9h às 16h.

Decreto também proíbe o compartilhamento de objetos, incluindo narguilés e tererés.

Covid-19

Campanha de vacinação contra o coronavírus começou oficialmente no dia 19 de janeiro, com imunização de profissionais de saúde da linha de frente, idosos institucionalizados (internados e em asilos) e indígenas.

Saúde orienta, no entanto, que a população mantenha as medidas de biossegurança, como uso de máscara, distanciamento social e regras de higiene, para diminuir a circulação viral.

Mesmo com a vacina, o paciente demora cerca de um mês para criar imunidade contra o vírus, por isso, é aconselhado seguir as medidas restritivas.

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