[Via Correio do Estado]
Após deflação de 0,18% no mês de agosto, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) voltou a acelerar em Campo Grande e fechou em 0,45% em setembro, pressionado pelo setor de transportes.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o custo de vida da Capital sul-mato-grossense foi o oitavo maior dentre as 16 regiões pesquisadas no País. No ano, a taxa acumulada chega a 2,50% e nos últimos 12 meses, ficou em 3,50%.
Dentre os nove grupos que compõem o índice, sete registraram alta, sendo a maior variação observada para o setor de transportes (1,53%). O item que mais impactou a inflação neste grupo foi o de combustíveis veiculares, que avançou 5,19% no nono mês do ano em Campo Grande.
Em segundo lugar, está o grupo alimentação e bebidas (0,83%), com altas observadas principalmente para frutas, pescados, carnes, grãos e leguminosas e farinhas e massas.
Também registraram altas os grupos artigos de residência, com aumento de 0,38%; educação, que teve elevação de 0,33%; vestuário (0,26%), despesas pessoais (0,11%) e saúde e cuidados pessoais (0,06%). O grupo comunicação não teve variação no mês de setembro.
Em contrapartida, segundo o IBGE, foi observada deflação em habitação (-0,57%). As principais contribuições vieram dos itens energia elétrica residencial (que teve redução de 2,11% em setembro) e combustíveis domésticos (caso do gás de cozinha), que deflacionou 1,84%.
PAÍS
Dentre os índices regionais, Brasília registrou a maior inflação no mês de setembro (1,06%), em razão da alta de 22,48% nas passagens aéreas e de 7,99% na gasolina, segundo o IBGE. A menor variação foi em Belém (0,06%), em função de quedas no açaí (-9,89%) e na farinha de mandioca (-3,03%).
O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) teve alta de 0,48% em setembro puxado pelo segmento de transportes, informou o IBGE nesta sexta-feira (5). Em 12 meses, o avanço do indicador chega a 4,53%.
Com exceção dos grupos de vestuário e comunicação, que tiveram, respectivamente, queda de 0,02% e 0,07%, todos os outros grupos tiveram aumento nos preços no mês de setembro. (Com informações Folhapress)