Política

Prefeito alega problema na gestão passada sobre déficit de medicamentos

[Via Midiamax]

Campo Grande apresenta falta de medicamentos em unidades da saúde pública - UPAS (Unidades de Pronto Atendimento) e postos de saúde -. Analgésicos como dipirona, e até anestésicos, utilizados pela de atenção básica nos locais e adquiridos pelos pacientes, não são encontrados.

Questionado, o prefeito Marquinhos Trad (PSD) alegou problemas na gestão passada e declarou que, até a primeira quinzena de março, o déficit dos medicamentos será resolvido. Marquinhos acusou a gestão de Alcides Bernal (PP) de não ter deixado licitações prontas, o que teria provocado a demora na compra, em razão de "trâmites legais".

Um dos usuários do sistema público de Saúde, na Capital, compartilhou em um grupo do facebook a revolta com a falta de remédios. "Uma vergonha em todos os postos de saúde não ter o remédio mais básico, dipirona, hamoxilina , histamin vergonhoso. e quem não tem condições de comprar a medicação como fica [sic]", disse ele.

Em denúncia enviada ao Jornal Midiamax, um médico, que preferiu não ser identificado, contou sobre um procedimento considerado essencial, como a satura e costura – realizado em casos de corte, os populares pontos -. O que relata é que os procedimentos "não estão sendo feitos nas unidades de pronto atendimento por falta de lidocaína, anestésico utilizado nestas situações, e os pacientes feridos são encaminhados para hospitais".

Uma reportagem do dia 31 de janeiro, mostrou que, chegam a faltar  320 itens, entre medicamentos e insumos – e não havia previsão de quando seriam repostos. Com o abastecimento desfalcado, a espera pelo tratamento chegava a quatro meses. Com o abastecimento desfalcado, a espera pode chegar a quatro meses. A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), também alegou que há paracetamol nas unidades, ainda assim, muitas pessoas queixam-se de serem alérgicas ao medicamento.

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