Economia

Comércio na fronteira dá sinais de recuperação e projeta crescimento

[Via Correio do Estado]

Destino de comerciantes e consumidores de produtos importados, a fronteira entre Brasil e Paraguai, pelos municípios de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, projeta crescimento nas vendas para 2017.

O ano, ainda de recessão econômica, está longe de retomar patamares registrados entre 2012 e 2013, quando os negócios estavam mais aquecidos, mas após meses de dificuldades o otimismo volta a rondar o varejo local.

O dólar, que na semana passada apresentou queda, ficando próximo de R$ 3,12, e a colheita de uma safra de soja bastante expressiva na região ajudam a reforçar esta expectativa.

É o que estima o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Ponta Porã, Amauri Ozório Nunes. De acordo com ele, o ano de 2015 foi o pior para o comércio. No entanto, o setor começou a dar sinais de recuperação em agosto de 2016.

O crescimento médio foi de 15% do lado brasileiro e 20% em Pedro Juan, chegando a 30% dependendo do setor.

Para o comerciante, que tem lojas dos dois lados da fronteira, os meses de janeiro a julho de 2016, conseguiram ser piores em vendas do que em 2015.

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