Internacional

Vazamentos geram atrito entre Trump e inteligência dos EUA

[Via Folha de São Paulo]

No dia seguinte à posse, Donald Trump escolheu a sede da CIA (serviço secreto americano) para sua primeira aparição pública, onde disse “amar” e estar “1.000%” com a inteligência dos EUA. A ideia era tentar contornar o mal-estar gerado após um relatório da agência indicar, em dezembro, que a Rússia interferiu nas eleições para ajudá-lo.

O tom elogioso, porém, não durou muito. Após vazamentos de informações sigilosas à imprensa nas primeiras semanas, Trump partiu para o confronto com a inteligência e disse que os autores das ações “criminosas” pagarão um “alto preço”.

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