[Via Correio do Estado]
A equipe do Guaicurus Rugby Clube de Três Lagoas já sabe quais são os primeiros adversários que enfrentará na Taça Pantanal 2018. O primeiro confronto será com a equipe de Primaversa do Leste (MT) e na sequência, em Cuiabá (MT), contra os donos da casa.
As partidas estão marcadas para maio, mas, o time três-lagoense já iniciou os treinos com objetivo de conquistar o titulo estadual. A Taça Pantanal teve duas baixas com relação a 2017. Campo Grande e Dourados deixaram a competição, restando apenas o Guaicurus de Três Lagoas, como representante do Mato Grosso do Sul. Cuiabá e Primavera representarão o Mato Grosso.
O encerramento deve ocorrer em julho, com os três times jogando partidas de ida e volta, em um total de quatro compromissos para cada um. Com os adversários confirmados, resta aos jogadores se dedicarem intensamente aos treinos.
“Este ano estamos bem preparados e fortalecidos com bastante atletas. Vamos intensificar cada vez mais os treinos. Queremos nos tornar a grande potência do Estado”, afirmou o pilar e vice-presidente do Guaicurus, Amon Samuel de Assis.
Contudo, estes não serão os únicos desafios dos três-lagoenses em 2018. Também acontecerão confrontos no estado pelo 15, contra Campo Grande e Dourados. Antes, em fevereiro, os atletas masculinos ficam frente a frente com o time de São José do Rio Preto e, logo após, em março, encaram Presidente Prudente.
No feminino, a briga será pela Taça Pequi, campeonato que reúne as meninas de quatro estados da região Centro-Oeste (Goiânia, Brasília, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul).
“Na busca pelo Estadual, o Rugby Clube de Três Lagoas quer o título em todas as categorias. A agenda está bem cheia e temos muitos quilômetros de viagem pela frente. Nesta modalidade esportiva, o medo não pode entrar em campo”, disse Amon.
FALTA INCENTIVO
O vice-presidente comentou que 2017 foi bom para o time. Entretanto, sofrido, em termos de apoio financeiro. “Começamos bem, com a prefeitura apoiando com viagens e lugar para treinar. Mas, com o passar do tempo, esses apoios foram diminuindo. Tivemos que dispensar a participação em alguns campeonatos por não podermos viajar. As meninas, principalmente, saíram em busca de fundos, venderam coisas. Fizeram pedágios nos semáforos e venderam rifas. Conseguiram viajar e ainda trouxeram medalhas e troféus. Ainda assim, nossos atletas tiveram destaques como os melhores do campeonato, ou seja, pagaram para jogar”.