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Teto de gastos de campanha para o governo de MS é de R$ 6,1 milhões

Valor fixado pelo TSE é o mesmo da eleição passada; é só acrescer índice inflacionário

Definido nesta quinta-feira pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) o teto de gastos para as campanhas eleitorais deste ano.

O valor fixado, decidiu a corte, será o mesmo de 2018, corrigido  pela inflação, isto é, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

Candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul, por exemplo, podem gastar até R$ 6,1 milhões, R$ 1,1 milhão a mais do que no pleito passado.

A soma difere de estado por estado – leva-se em conta o número de eleitores.

Até agora, sete pré-candidatos divulgaram interesse em disputar o governo de MS. Se todos alcançassem o teto de gastos, a disputa pelo principal cargo eletivo do Estado beiraria a importância de ao menos R$ 42 milhões.

A soma dos gastos dos candidatos ao Senado é a mesma estabelecidas aos governadores.

Pelo cálculo da inflação, o acréscimo dos gastos equivale a 26,2% da eleição de quatro anos atrás.

Ainda de acordo com o TSE, o teto de gasto dos concorrentes aos mandatos de deputado federal ficou em R$ 3,1 milhões (em 2018 valor era de R$ 2,5 milhões).

Já o gasto dos candidatos a uma vaga de deputado estadual não podem superar a cifra de R$ 1,2 milhão.

De acordo com a anunciado pela corte eleitoral, o teto de gastos na campanha presidencial deste ano será R$ 88,3 milhões.

E, se houver segundo turno, os concorrentes poderão gastar mais R$ 44,1 milhões.

Daí, em caso de segundo turno, e se o candidato atingir o teto de gastos, o mandato dele custará R$ 132,4 milhões.

Via Correio do Estado MS
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