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“Só vai acabar o problema do Consórcio quando baixar o óleo diesel”, diz Marquinhos Trad

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Pesquisa encomendada pelo Correio do Estado, no ano passado, mostrou que 80,9% das pessoas reprovavam o transporte público de Campo Grande

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad disse, na manhã desta sexta-feira (11), que os problemas do Consórcio Guaicurus só vão acabar depois que o governo baixar o óleo diesel.

“Só vai acabar o problema do Consórcio a partir do momento que baixar o óleo diesel,  que isentar o ICMS, aí vai melhorar”, disse, em coletiva, durante o lançamento do calendário esportivo.

O chefe do executivo municipal disse ainda que não tem responsabilidade quanto à isso.

“Eu não tenho responsabilidade. Eu peguei um contrato, nós cumprimos o contrato. Eu fui eleito com os problemas  do Consórcio, fui reeleito com 60% dos votos”, explicou.

Marquinhos lembrou que foi o “único prefeito que durante os cinco anos não teve aumento na tarifa, como teve nos demais”, disse.

“Eu fui o único prefeito que trouxe ônibus com ar condicionado. Eu fui o único prefeito que colocou um número de pontos de ônibus maior do que qualquer outro prefeito. Eu fui um prefeito que renovou a frota de ônibus”, completou.

Em 2018, o Governo do Estado havia adotado uma “política agressiva” de desoneração, reduzindo de 17% para 12% o ICMS do diesel.

Segundo a Secretaria de Estado de Fazenda, a estimativa é que a renúncia do ICMS dos combustíveis chegue a R$ 260,4 milhões com o congelamento da pauta fiscal estendido até março de 2022.

DESAPROVAÇÃO

Pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Resultado (IPR) encomendada pelo Correio do Estado, em dezembro do ano passado, mostrou que os usuários do transporte coletivo e urbano de Campo Grande não aprovam a forma com que o serviço é oferecido pelo Consórcio Guaicurus.

Das pessoas entrevistadas, 80,9% responderam desaprovar.

Após a pesquisa publicada, Marquinhos Trad disse que também desaprova o serviço prestado pelo Consórcio.

“Eu também votaria pela desaprovação, eu sou um dos 80% que desaprovo”, disse ao Correio do Estado, na época.

Via Correio do Estado MS

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