Política

Sem ‘Plano B’ para recapeamento, prefeitura busca financiamento do BNDES

[Via Correio do Estado]

O prefeito de Campo Grande, Marcos Marcello Trad (PSD), informou nesta manhã, antes de realizar visita técnica ao Macro Anel viário, que o serviço de tapa-buracos, hoje prestado por 19 equipes, será mantido nessa mesma estrutura em 2019, não havendo, por enquanto, estimativa de ampliação das frentes de trabalho na Capital.

Ele explicou que o serviço de tapa-buracos não é o ideal, mas, é uma medida paliativa que a administração encontrou para oferecer manutenção em várias pavimentações asfálticas que somam 27 anos de construção. "Enquanto não temos plano B, estamos tentando financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social", afirmou.

São gastos mensalmente, entre R$ 2,5 milhões e R$ 3 milhões com o serviço de emendas, porém, o ideal, na avaliação do chefe do executivo, é recapear as vias.

Ele pontua ainda que a ação mais recente aconteceu na Avenida Afonso Pena, na gestão do ex-governador, André Puccinelli há quase seis anos.

"A equipe do tapa-buracos fecha em média 15 mil buracos do tamanho de uma tampa de esgoto. Isso significa um quilômetro de recapeamento em uma rua. Estamos mantendo (as equipes do tapa-buracos), mas sabemos que é um trabalho tímido, diante do que já foi investido em outras administrações", comentou.

Trad explicou que caso o empréstimo pelo BNDES seja aprovado e liberado dará prioridade para vias dos bairros Rita Vieira, Nova Campo Grande e Jardim Noroeste.

"Além disso, nosso plano é recapear pelo menos 40% das ruas, nas sete regiões urbanas de Campo Grande", pontua.

O valor pleiteado no projeto de pavimentação e recapeamento de vias públicas da Capital ao BNDES é de R$ 115 milhões, segundo informações do secretário municipal de Infraestrutura, Rudi Fiorese.

 

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