[Via Correio do Estado]
Ainda sem conseguir prever o tamanho do impacto, o secretário de Finanças e Planejamento de Campo Grande, Pedro Pedrossian Neto, já afirma que a greve dos caminhoneiros deve afetar as finanças da administração municipal. Mais detalhes e números do “rombo” devem ser calculados após o fim da paralisação, que continua em quase todo o país.
“Com a diminuição da atividade econômica e do consumo, certamente vai impactar na arrecadação do ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços], que nós recebemos do Governo do Estado, e no ISS [Imposto Sobre Serviços], por conta da diminuição da atividade economica. Nesse momento não dá para prever o quanto vai impactar, é muito cedo. Somente quando acabar a greve vamos saber e ter uma noção”, explicou o secretário.
Com a paralisação, além da falta de combustível nos postos e das grandes filas para abastecer, produtos começaram a faltar e os que restaram nos mercados e outros estabelecimentos ficaram mais caros. O transporte público e a coleta de lixo foram afetadas e reduziram os serviços.
Além disso, aulas foram suspensas em algumas escolas e universidades e o comércio em geral foi prejudicado.