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Secretário discute informatização da Saúde da Capital com o Ministério da Saúde

Redação

[Via Correio do Estado]

Adesão da Prefeitura de Campo Grande ao Programa de Informatização das Unidades Básicas de Saúde, do Ministério da Saúde, foi discutida hoje em Brasília, pelo secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela, com técnicos do ministério. Ferramenta permitirá implantação do prontuário eletrônico em todas as unidades da rede de Atenção Básica da Capital.

Com a plataforma digital, todos os serviços de saúde do país poderão acompanhar o histórico, dados e resultados de exames dos pacientes, verificar em tempo real a disponibilidae de medicamentos e registrar visitas de agentes de saúde.

Conforme Vilela, hoje foram apresentadas informações que servirão para calcular a viabilidade da implantação do sistema na Capital, além dos itens necessários para a infomartização. Expectativa é que Campo Grande seja uma das primeiras cidades do país a ser contemplada com a ferramenta.

“A adesão ao sistema eletrônico traz benefícios na qualificação do atendimento, evitando repetição de exames e encaminhamentos desnecessários, além do maior controle do gasto público", avaliou o secretário.

Além do secretário de Saúde, também participou da reunião o diretor-presidente da Agência Municipal de Tecnologia (Agetec), Paulo Fernando Cardoso, que afirmou que o encontro foi importante para tirar todas as dúvidas sobre o projeto e garantir o cumprimento das exigências para que a Capital possa implantar o sistema.

INFORMATIZAÇÃO

O projeto contará com investimento inicial do Ministério da Saúde de R$ 1,5 bilhão por ano e chegará a R$ 3,4 bilhões por ano em 2019. Atualmente, 64% das Unidades Básicas de Saúde não utilizam prontuário eletrônico.

Pelo projeto, as unidades poderão ser contempladas também com apoio de custeio para a manutenção dos serviços digitais já oferecidos, com fornecimento de computadores, tablets, impressoras e multifuncionais.

Parte do serviço será gerido por empresas contratadas que se credenciaram junto ao Ministério da Saúde e que foram consideradas aptas a fornecer soluções que contemplem os serviços de conectividade, disponibilização de hardware e software, manutenção de equipamentos de TI, treinamento dos profissionais de saúde e suporte técnico contínuo para uso dos prontuários.

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