Atualmente o Programa Escola Segura, Família forte é desenvolvido em 155 escolas municipais e estaduais de Mato Grosso do Sul
Cinco viaturas e cerca de 20 policiais militares percorrerão pelas unidades de ensino estaduais e municipais de Campo Grande a partir de segunda-feira (16) retomando as “Rondas Escolares” do Programa Escola Segura, Família Forte.
Segundo dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública, desde a implantação do Programa Escola Segura, Família Forte, os índices de violência nas escolas e entorno diminuíram consideravelmente.
Atualmente o Programa Escola Segura, Família forte é desenvolvido em um total de 155 escolas municipais e estaduais de Mato Grosso do Sul.
Recentemente, o programa foi eleito em uma convocatória do Banco de Desenvolvimento da Corporação Andina de Fomento (CAF).
A instituição tem como objetivo medir o impacto do Programa em termos de redução da criminalidade e melhoria dos indicadores escolares.
Rede Estadual de Ensino
Após um ano e meio longe das escolas, mais de 200 mil alunos da Rede Estadual de Ensino voltaram para o ensino presencial de forma escalonada. O revezamento começou na segunda (2) em todo Mato Grosso do Sul.
O ensino híbrido deve variar em cada município, já que a lotação da sala dependerá dos indicadores de risco do Programa Prosseguir.
As cidades que estão na bandeira cinza devem ter até com 30% dos estudantes em sala no retorno presencial.
Na bandeira vermelha, as escolas devem ter 50% dos alunos. Já na bandeira laranja, 70% dos alunos devem estar em sala de aula.
A bandeira amarela sinaliza que as escolas podem colocar até 90% dos alunos.
As aulas 100% presenciais só votarão nas cidades com a bandeira verde, o grau baixo de contágio do coronavírus.
Rede Municipal de Ensino
O retorno presencial escalonado da Rede Municipal de Ensino (Reme) de Campo Grande ocorreu no dia (26) de julho.
Foram 202 unidades escolares que retomaram as aulas presenciais após 16 meses de suspensão em razão à pandemia da Covid-19.
A secretária Municipal de Educação, Elza Fernandes alegou que cada unidade escolar elaborou e cumpre seus procedimentos de biossegurança, considerando o espaço físico e a quantidade de alunos.
Via Correio do Estado