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Saúde

Raio-x quebra no Imol e governo avalia se compra ou aluga outro

Redação

[Via Correio do Estado]

O único aparelho de raio-x (Arco em C) do Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) de Campo Grande apresentou falhas no final de semana, motivo pelo qual há atraso na liberação de corpos que dão entrada em avançado estado de decomposição.

Para resolver o problema, a Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) designou técnicos para fazer a manutenção, e não descarta comprar um novo ou alugar outro. Enquanto isso, corpos que necessitam destes laudos específicios serão encaminhados para Dourados.

De acordo com o secretário Antônio Carlos Videira, os técnicos realizam testes, mas até o momento não foram capazes de fazer com que o raio-x voltasse a funcionar da forma adequada.  "Estamos diante de uma situação que precisamos superar o que antes", pontuou Videira.

Como as peças são caras e importadas, o que as tornam escassas no mercado, segunda equipe foi acionada para avaliar se, diante deste cenário, não fosse melhor abrir mão e obter novo aparelho. "Nosso equipamento não é novo e havia sido doado pelo Hospital Regional", disse.

O Arco em C serve para exames em cadáveres que dão entrada no Imol em avançado estado de decomposição. Ele auxilia os peritos na descoberta das causas da morte, trazendo à tona, por exemplo, evidências de violência sem a necessidade de abertura do corpo.

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