Política

PT vai tentar aliança com partidos menores para garantir comissões

[Via Correio do Estado]

O deputado Pedro Kemp, do Partido dos Trabalhadores (PT), declarou que existe grande possibilidade de formar bloco com outros partidos menores para atuação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, no próximo mandato.

“Alternativa é formar bloco, têm muitos deputados sozinhos, e essa pode ser alternativa para ter mais espaço nas comissões”, adiantou Kemp. O PT caminhou sozinho durante os quatro anos deste mandato, que termina em dezembro. Entre 2014 e 2018, a Casa de Leis foi formada por sete partidos diferentes. Na nova legislatura serão 13.

O Partido dos Trabalhadores foi um dos que perdeu representatividade com a não reeleição do deputado Amarildo Cruz.

Além do PT, o MDB também diminui seus integrantes na Casa de Leis. A base contava com sete deputados - Antonieta Amorim, Eduardo Rocha, Renato Câmara, Júnior Mochi, George Takimoto, Paulo Siufi e Márcio Fernandes. Agora serão apenas três - Rocha, Câmara e Fernandes.

O PSDB também perdeu apoio na Casa, deixando de reeleger a deputada Mara Caseiro, Maurício Picarelli e Enelvo Felini. O tucano Beto Pereira foi eleito para deputado federal, resultando em mais uma perda pra sigla dentro do Legislativo.

No quadro de deputados da Assembleia, dois são do PSL (Capitão Contar e Coronel David), um do PDT (Jamilson Name); três do MDB; cinco do PSDB; um do PP (Gerson Claro);dois do DEM (Zé Teixeira e José Carlos Barbosa); um do Patriotas (Lidio Lopes); dois do Solidariedade (Herculano Borges e Lucas de Lima); dois do PT, um do PSD (Londres Machado); um do PTB (Neno Razuk); um do PRB (Antônio Vaz) e um do PR (João Henrique).

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