[Via Correio do Estado]
O excesso de pedidos de informações genéricas do Ministério Público Estadual (MPE), não foi uma reclamação exclusiva do prefeito Marcos Trad (PSD). No relatório conclusivo de correição das 29 ª, 30ª e 31ª Promotorias de Justiça do Patrimônio Público e Social, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), o corregedor nacional do Ministério Público, Cláudio Henrique Portela do Rego, questionou o método utilizado pelos promotores de Mato Grosso do Sul nas investigações.
O assunto ganhou repercussão no último dia 25, quando o atual chefe do Executivo disparou contra o órgão de controle pelo exagero nos questionamentos da nova administração, em tão pouco tempo de governo. A demanda, segundo Marcos Trad, estava impedindo o secretariado de resolver os problemas emergenciais da Capital para dar satisfações ao MPE.
Na correição, é detalhado justamente a postura dos promotores de Justiça, como se fossem investigadores de gabinete. Nos processos e procedimentos analisados, tanto cíveis, quanto criminais, foram apresentadas uma série de falhas. A principal delas foi a condução adotada, resultado na baixa resolutividade da denúncia.