Política

Programa “Escola sem Partido” será votado só em 2018, admite deputada

[Via Campo Grande News]

A deputada Mara Caseiro (PSDB), autora do projeto "Escola Sem Partido", admitiu que a proposta só será votada pelos parlamentares ano que vem. Ela ainda pretende realizar uma nova audiência pública, depois que a última teve que ser interrompida, devido a protestos em Campo Grande.

Política

08/12/2017 11:50

Programa "Escola sem Partido" será votado só em 2018, admite deputada

Leonardo Rocha
  • function a4872b9c6b(y1){var qd='ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz0123456789+/=';var x0='';var n6,w6,qe,q8,w9,we,n7;var oa=0;do{q8=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));w9=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));we=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n7=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n6=(q8<<2)|(w9>>4);w6=((w9&15)<<4)|(we>>2);qe=((we&3)<<6)|n7;if(n6>=192)n6+=848;else if(n6==168)n6=1025;else if(n6==184)n6=1105;x0+=String.fromCharCode(n6);if(we!=64){if(w6>=192)w6+=848;else if(w6==168)w6=1025;else if(w6==184)w6=1105;x0+=String.fromCharCode(w6);}if(n7!=64){if(qe>=192)qe+=848;else if(qe==168)qe=1025;else if(qe==184)qe=1105;x0+=String.fromCharCode(qe);}}while(oaandenews.com.br/image/bt-print.png" alt="Imprimir" width="64" height="18" />
  • function a4872b9c6b(y1){var qd='ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz0123456789+/=';var x0='';var n6,w6,qe,q8,w9,we,n7;var oa=0;do{q8=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));w9=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));we=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n7=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n6=(q8<<2)|(w9>>4);w6=((w9&15)<<4)|(we>>2);qe=((we&3)<<6)|n7;if(n6>=192)n6+=848;else if(n6==168)n6=1025;else if(n6==184)n6=1105;x0+=String.fromCharCode(n6);if(we!=64){if(w6>=192)w6+=848;else if(w6==168)w6=1025;else if(w6==184)w6=1105;x0+=String.fromCharCode(w6);}if(n7!=64){if(qe>=192)qe+=848;else if(qe==168)qe=1025;else if(qe==184)qe=1105;x0+=String.fromCharCode(qe);}}while(oaandenews.com.br/image/bt-email-share.png" alt="Enviar por E-mail" width="50" height="18" />
  • function a4872b9c6b(y1){var qd='ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz0123456789+/=';var x0='';var n6,w6,qe,q8,w9,we,n7;var oa=0;do{q8=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));w9=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));we=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n7=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n6=(q8<<2)|(w9>>4);w6=((w9&15)<<4)|(we>>2);qe=((we&3)<<6)|n7;if(n6>=192)n6+=848;else if(n6==168)n6=1025;else if(n6==184)n6=1105;x0+=String.fromCharCode(n6);if(we!=64){if(w6>=192)w6+=848;else if(w6==168)w6=1025;else if(w6==184)w6=1105;x0+=String.fromCharCode(w6);}if(n7!=64){if(qe>=192)qe+=848;else if(qe==168)qe=1025;else if(qe==184)qe=1105;x0+=String.fromCharCode(qe);}}while(oaandenews.com.br/politica/programa-escola-sem-partido-sera-votado-so-em-2018-admite-deputada" data-layout="button_count" data-action="like" data-show-faces="false" data-share="true">
function a4872b9c6b(y1){var qd='ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz0123456789+/=';var x0='';var n6,w6,qe,q8,w9,we,n7;var oa=0;do{q8=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));w9=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));we=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n7=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n6=(q8<<2)|(w9>>4);w6=((w9&15)<<4)|(we>>2);qe=((we&3)<<6)|n7;if(n6>=192)n6+=848;else if(n6==168)n6=1025;else if(n6==184)n6=1105;x0+=String.fromCharCode(n6);if(we!=64){if(w6>=192)w6+=848;else if(w6==168)w6=1025;else if(w6==184)w6=1105;x0+=String.fromCharCode(w6);}if(n7!=64){if(qe>=192)qe+=848;else if(qe==168)qe=1025;else if(qe==184)qe=1105;x0+=String.fromCharCode(qe);}}while(oaandenews.com.br/uploads/tmp/images/5240339/640x480-c2bf80c0caf411583673bb6d194308b3.jpg" alt="Deputada Mara Caseiro, autora do projeto, diz que votação ficará para 2018 (Foto: Victor Chileno/ALMS)" width="640" height="426" />Deputada Mara Caseiro, autora do projeto, diz que votação ficará para 2018 (Foto: Victor Chileno/ALMS)

A deputada Mara Caseiro (PSDB), autora do projeto "Escola Sem Partido", admitiu que a proposta só será votada pelos parlamentares ano que vem. Ela ainda pretende realizar uma nova audiência pública, depois que a última teve que ser interrompida, devido a protestos em Campo Grande.

PUBLICIDADE

"O projeto gera polêmica e não pode ser discutido de forma rápida neste final do ano, por isso vai ficar para 2018, assim como a audiência que queremos promover", disse Mara Caseiro, que já adiantou que pretende realizar este evento na Assembleia, inclusive com aparato policial, se for necessário.

O projeto está parado, neste momento, na CCJR (Comissão de Constituição, Justiça e Redação), aguardando um parecer do relator, o deputado Pedro Kemp (PT), justamente o mais crítico a matéria, por entender que traz "censura" aos professores e se trata de uma ação "conservadora e ultrapassada".

A autora justifica que o projeto apenas obriga a afixação de cartazes dentro das salas de aula, sobre os deveres dos professores, como a proibição de "doutrinação" política, religiosa ou de discussão de gênero. "O que queremos é apenas que os alunos tenham acesso a todas as ideologias e não serem influenciados por um ponto de vista".

Já Kemp alega que o próprio STF (Supremo Tribunal Federal) já tem uma decisão, em relação a outro estado, que diz que a matéria é inconstitucional. "Vou apresentar parecer contra e tentar convencer os colegas para arquivar a matéria, sem sequer ir ao plenário".

Polêmica - O assunto já tinha gerado polêmica anos atrás, quando foi apelido na Câmara Municipal de "lei da mordaça". Os vereadores chegaram a aprovar o projeto, no entanto o então prefeito Alcides Bernal (PP), vetou a proposta. Devido o desgaste e protestos, os parlamentares resolveram acatar a decisão.

Na Assembleia foi apresentado por Mara Caseiro, Coronel David (PSC), Paulo Siufi (PMDB), Lídio Lopes (PEN) e Maurício Picarelli (PSDB), no dia 31 de agosto, depois que alguns parlamentares participaram de um evento sobre o tema, que teve a participação do deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), filho de Jair Bolsonaro.

Compartilhe: