Preço dos imóveis em Campo Grande tem alta acumulada no ano de 8,78%
Em outubro, a elevação nos preços foi de 0,83% e, nos últimos doze meses, os imóveis subiram 10,79%
O índice FipeZap+ mostra que em outubro a alta de preços nos imóveis – em nível nacional – foi de 0,59%. Ao mesmo tempo, o Índice Geral de Preços de Mercado (IGPM), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou deflação de 0,97%, enquanto a prévia da inflação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), que é calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),referente à primeira quinzena de outubro, registrou uma pequena inflação de 0,16%.
No mês de outubro, o índice FipeZap+ em Campo Grande ficou em 0,83%, ou seja, pouco acima da média nacional. Outras capitais, como, por exemplo, Vitória (+3,05%); Manaus (+2,02%); Goiânia (+1,59%); Recife (+1,32%); Maceió (+1,30%); Florianópolis (+1,15%) registraram índices acima de Campo Grande.
Outras como São Paulo (+0,73%); Curitiba (+0,70%); Belo Horizonte (+0,64%); Porto Alegre (+0,57%); Fortaleza (+0,56%) João Pessoa (+0,35%); e Rio de Janeiro (+0,09%) registraram elevações menores nos preços dos imóveis, quando comparadas a Campo Grande.
No acumulado do ano, que corresponde ao período entre janeiro e outubro, o índice FipeZap+ de venda residencial de imóveis acumulou uma alta nominal de 5,35%. O número ficou acima da inflação do IPCA, que está em 3,79%, já considerando o comportamento observado do IPCA/IBGE até setembro e sua prévia para outubro, dada pelo IPCA-15/IBGE, porém, inferior ao registro acumulado do IGP-M/FGV no mesmo período, que foi de 5,58%.
A alta nominal do índice FipeZap+ nos preços residenciais no ano abrangeu 49 das 50 cidades monitoradas, incluindo todas as 16 capitais incluídas em sua cesta no índice. Campo Grande registrou, entre janeiro e outubro deste ano, uma elevação de 8,78% nos preços dos imóveis.
Capitais como Vitória (+18,65%); Goiânia (+17,20%); Curitiba (+11,65%); Maceió (+9,81%); Florianópolis (+9,56%); João Pessoa (+8,98%) registraram variações superiores a Campo Grande. Já capitais como Recife (+8,23%); Fortaleza (+6,93%); Salvador (+6,55%); Belo Horizonte (+6,53%); Manaus (+5,57%); São Paulo (+4,37%); Rio de Janeiro (+2,12%); Brasília (+1,93%); e Porto Alegre (+1,87%) tiveram variações menores.
Na análise referente aos últimos 12 meses, com a adoção de um horizonte temporal ampliado como referência, o Índice FipeZap+ registra um avanço nominal de 6,41%. Neste caso, trata-se de uma variação superior à inflação acumulada no período pelo IPCA/IBGE, que estacionou em 5,54%. Contudo, inferior à apuração do IGP-M/FGV, que ficou em 6,52%.
Assim como no balanço parcial de deste ano, 49 das 50 cidades que compõem o índice apresentaram aumento nominal dos preços residenciais em suas respectivas localidades, incluindo as 16 capitais federais pesquisadas. Campo Grande registrou, no período de 12 meses, alta acumulada de 10,79% nos preços dos imóveis.
Cidades como Vitória (+20,99%); Goiânia (+20,12%); Curitiba (+14,69%); Maceió (+14,02%); Florianópolis (+12,64%); João Pessoa (+10,93%) tiveram maiores valorizações que Campo Grande nos preços dos imóveis.
Já Recife (+9,34%); Fortaleza (+8,55%); Belo Horizonte (+7,35%); Salvador (+6,64%); Manaus (+5,72%); São Paulo (+5,11%); Brasília (+3,95%); Rio de Janeiro (+2,48%); e Porto Alegre (+2,44%) registraram índice menores que Campo Grande.
Quanto ao preço médio de venda residencial, tendo como base a amostra de anúncios de imóveis residenciais colocados à venda em outubro de 2022, o preço médio calculado para as 50 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap+ foi de R$ 8.262/m².
Entre as 16 capitais acompanhadas, a cidade de São Paulo apresentou o valor médio por metro quadrado mais elevado no último mês, com R$ 10.129/m²; seguida por Vitória, com R$ 10.092/m²; Rio de Janeiro, com R$ 9.852/m²; Florianópolis, com R$ 9.417/m² e Brasília, com R$ 8.779/m².
Em contraste, considerando as capitais federais monitoradas com menor preço médio de venda residencial, destacaram-se as seguintes: Campo Grande, com R$ 4.991/m²; João Pessoa, com R$ 5.367/m²; Salvador, com R$ 5.679/m²; Goiânia, com R$ 5.992m² e Manaus, com R$ 6.036/m².
Saiba quais são as áreas mais valorizadas em Campo Grande
Em Campo Grande, índice FipeZap+ avaliou todas áreas da capital do Estado. A análise, que inclui zonas, distritos ou bairros mais representativos no cálculo, aponta a região da Prosa como a mais valorizada da Capital Morena, com o metro quadrado sendo comercializado a R$ 7.160,00, com uma valorização de 17,4% em doze meses.
A segunda região mais valorizada em Campo Grande é a do Centro da cidade. Lá, o metro quadrado foi comercializado – nos últimos doze meses – a um valor de R$ 4.837,00, registrando uma elevação de preços na ordem de 8,4%.
Logo na sequência vem a região da Bandeira, que nos últimos doze meses registrou variação positiva nos preços dos imóveis na ordem de 16,9%. Agora, o preço do metro quadrado do imóvel é vendido a R$ 4.466,00.
Em seguida vem a região do Segredo, com o metro quadrado do imóvel sendo comercializado a R$ 4.066,00, com valorização de 2,4%. Depois vem a região da Lagoa, com elevação de 7,7% nos preços dos imóveis a um preço de R% 3.279,00 o metro quadrado.
A região do Imbirussu aparece em seguida com o valor de R$ 3.099,99 por metro quadrado, registrando a maior valorização em Campo Grande nos últimos doze meses: 26,8%. Logo depois vem a região do Anhanduizinho com R$ 2.760,00 o preço do metro quadrado do imóvel, o que gerou uma desvalorização de 5,2%.
Via Correio do Estado MS
