PMA autua proprietária rural em R$ 30 mil por erosões em áreas de preservação permanente
Redação

Campo Grande – Policiais Militares Ambientais autuaram na manhã de ontem (17) uma proprietária rural no valor de R$ 30 mil, em razão de processos erosivos em vegetação nativa (matas ciliares e veredas – área de preservação permanente APP), totalizando 5,98 ha (GPS).
Após denuncia do Ministério Público Estadual de dano ambiental em uma fazenda no município de Paranaíba, os policiais contataram a falta de conservação do solo, agravado pelo pisoteio do gado em matas ciliares, que são áreas protegidas, foram às causas principais do dano causado nesta área. Os processos erosivos expõem o solo e facilita o carreamento de sedimentos para curso d´água que cruza a propriedade, assoreamento.
O proprietário deve proteger os cursos d’água, cercando e evitando o pisoteio do gado, no intuito de evitar erosão de margens e assoreamento, fato que já estava ocorrendo no local em razão da abertura efetuada pelo pecuarista. Foi verificado surgimento de ravinas (erosões) e assoreamento do córrego, devido à desvegetação e o pisoteio dos animais.
A proprietária, 52, residente em São José do Rio Preto (SP), recebeu além da multa, uma notificação para apresentar projeto de recuperação de área degradada (PRAD) junto aos órgãos ambientais, no prazo máximo de 90 dias. A PMA determinou a interdição da área para proteção e recuperação, com proibição de atividades agrícolas e pecuárias.
A PMA lembra aos produtores rurais que a recuperação de áreas degradadas pode ser iniciada voluntariamente, desde que acompanhada por responsável técnico e comunicada ao órgão de meio ambiente. Isto evita multa e mais transtornos.
Texto: Assessoria de Comunicação da PMA
