[Via Correio do Estado]
O primeiro Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (Liraa) do ano, divulgado ontem pela Secretaria Municipal de Saúde de Campo Grande (Sesau), mostrou uma redução na quantidade de áreas em situação de risco, em comparação com o último levantamento, de novembro do ano passado, conforme a Sesau.
No entanto, mais de 50% delas permanecem em alerta, com índice de infestação superior a 1%. Segundo a prefeitura, o diagnóstico chama a atenção para necessidade de mais empenho no controle e combate do mosquito.
Segundo o levantamento atual, 14 áreas estão em estado de risco; 47, em alerta; e apenas seis aparecem com índices considerados satisfatórios – abaixo ou igual a 1% de infestação.
Ainda de acordo com a Sesau, no LiRaa divulgado em novembro, 27 áreas estavam em estado de risco; 34, em alerta; e oito, com índices satisfatórios.
A área mais crítica era a Unidade Básica de Saúde da Família que abrange os bairros Monte Castelo, Seminário e Vila Nossa Senhora das Graças – apresentou Índice de Infestação Predial (IPP) de 9%. O índice caiu para 4.9%.
A redução mais significativa foi registrada na área da UBSF Azaléia, passando de 8.1% para 3% de infestação.
As áreas das UBSFs Alves Pereira, Mata do Jacinto e Vila Fernanda que apareciam no ranking também tiveram redução. A considerada mais crítica é a do Alves Pereira.