[Via Correio do Estado]
Conforme relatos dos Bombeiros, em vídeos divulgados, com a explosão várias telhas ficaram destruídas e parte do telhado cedeu. Os militares encontraram muita fumaça no local, além do forte odor.
Os vídeos mostram a guarnição com máscaras e cilindros para conseguir fazer o rescaldo das chamas. Foram usados cinco mil litros de água e seis caminhões de combate foram deslocados para a ocorrência. Ainda conforme as imagens, a empresa usa ureia para fazer ração animal.
As primeiras informações dos Bombeiros é de que a explosão foi causada por um vazamento de amônia, porém, ao fim da ocorrência o tenente Vagner Moreira Lopes disse que amanhã (5) será feita uma vistoria no local e não é descartada a possibilidade de uma pane elétrica. Segundo o militar, não tem cheiro de vazamento de ureia ou amônia.
Ainda conforme o tenente, a indústria está em fase de certificação do Corpo de Bombeiros, mas foi liberada para funcionar por conter os requisitos mínimos exigidos. O gerente da empresa, que não quis se identificar, negou que houve vazamento de produtos.
Bastante alterado, ele tomou o caderno da repórter do Correio do Estado, Izabela Jornada, e rasgou a folha que continha informação sobre o caso. O gerente disse que ia processar os jornais e anotou o nome dos repórteres que estavam no local. Ele ressaltava que não houve vazamento de produto químico.
Vítima
Por conta do incêndio, um vigilante, de 37 anos, inalou muita fumaça e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros. Conforme os socorristas, foi necessário uso de oxigênio na vítima. Ele estava consciente, porém, desorientado e agitado. Ele foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Santa Mônica.
A reportagem procurou a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesau) para saber o estado de saúde da vítima, mas o assessor não soube informar e disse que amanhã terá mais informações.