Cultura

Espetáculo “Gravidade” do Grupo Kahal de São Paulo abre a 10ª Edição da Semana Pra Dança 2016

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Campo Grande (MS) – “Antes de falar, o homem dançou”, anuncia o apresentador da noite de abertura da 10ª Edição da Semana Pra Dança. Esta forma de expressão humana vai estar presente em vários locais em Campo Grande durante a semana, com grupos representativos de Mato Grosso do Sul e de outros Estados, enchendo a cidade de alegria.

A presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Andréa Freire, confirma este sentimento que vai inundar a cidade durante o evento. “É uma alegria para a Fundação de Cultura estar aqui realizando a Semana, evento que é realizado ininterruptamente há dez anos. E nessa escola, projetada pelo Oscar Niemeyer, e que leva o nome de uma grande educadora sul-mato-grossense, é uma obra de arte. A meta da Fundação é estar próxima dos estudantes e professores, pois a cultura e a educação são primas, devem andar juntas”.

Andréa agradeceu aos parceiros que apoiam a realização do evento. “Cultura é relacionamento. A gente não faz nada sozinho. Agradecemos a participação do Colegiado Setorial da Dança, dos vários grupos participantes, da crítica de dança Adriana Pavlova, que está aqui para contribuir com seu conhecimento e nos ajudar a ter uma nova visão sobre nós mesmos. Agradecemos à Escola [Maria Constança de Barros Machado] e à equipe da Fundação de Cultura. Esta semana tem dança para todo lugar em Campo Grande”.

Para Andréa, o fato de a Fundação de Cultura do Estado realizar por dez anos ininterruptos a Semana Pra Dança é uma conquista da classe do setor e também da sociedade. “O evento só tem continuidade porque é importante. É uma satisfação realizar. Este ano, como a mostra está indo para os bairros, o acesso está sendo descentralizado. O nosso desafio é dar acesso onde hoje não há. O evento é feito de forma descentralizada, com parceiros importantes como o Sesc e a Associação de Moradores da Coophavila II. Essas conexões que a Fundação de Cultura faz com outros parceiros é para descentralizar e dar acesso a diferentes públicos. É isso que dá todo o sentido à mostra”.

Sobre a participação da Companhia Kahal, de Jundiaí (SP), a presidente da Fundação de Cultura diz que a Semana está ofertando o trabalho dos artistas para diferentes públicos. “Quando se traz grupos de fora os grupos daqui também se veem. É uma troca. A gente compreende o quanto essa troca com quem vem de fora é boa. Dá também um orgulho da produção local. Esse intercâmbio entre cidades faz parte do papel da FCMS”, diz.

A Companhia de Dança Kahal, de Jundiaí, São Paulo, entrou em cena com o espetáculo “Gravidade”, que desafia a gravidade com movimentos, desafios corporais e objetos, buscando fluidez, leveza e tensões. O diretor geral da companhia, Henry Camargo, disse que o espetáculo contempla movimentos com parte aérea, explorando o que o elenco pode trazer, com muita qualidade, acrobacias, mostrando um planeta diferente e a hostilização do mundo em que o homem vive, até encontrar seu caminho. “É um espetáculo conceitual e temático. Foi desenvolvido um trabalho corporal para trabalhar a dificuldade de cair, foi feito um trabalho específico para o chão, também”.

Andréa agradeceu aos parceiros que apoiam a realização do evento. “Cultura é relacionamento. A gente não faz nada sozinho. Agradecemos a participação do Colegiado Setorial da Dança, dos vários grupos participantes, da crítica de dança Adriana Pavlova, que está aqui para contribuir com seu conhecimento e nos ajudar a ter uma nova visão sobre nós mesmos. Agradecemos à Escola [Maria Constança de Barros Machado] e à equipe da Fundação de Cultura. Esta semana tem dança para todo lugar em Campo Grande”.

Para Andréa, o fato de a Fundação de Cultura do Estado realizar por dez anos ininterruptos a Semana Pra Dança é uma conquista da classe do setor e também da sociedade. “O evento só tem continuidade porque é importante. É uma satisfação realizar. Este ano, como a mostra está indo para os bairros, o acesso está sendo descentralizado. O nosso desafio é dar acesso onde hoje não há. O evento é feito de forma descentralizada, com parceiros importantes como o Sesc e a Associação de Moradores da Coophavila II. Essas conexões que a Fundação de Cultura faz com outros parceiros é para descentralizar e dar acesso a diferentes públicos. É isso que dá todo o sentido à mostra”.

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Sobre a participação da Companhia Kahal, de Jundiaí (SP), a presidente da Fundação de Cultura diz que a Semana está ofertando o trabalho dos artistas para diferentes públicos. “Quando se traz grupos de fora os grupos daqui também se veem. É uma troca. A gente compreende o quanto essa troca com quem vem de fora é boa. Dá também um orgulho da produção local. Esse intercâmbio entre cidades faz parte do papel da FCMS”, diz.

A Companhia de Dança Kahal, de Jundiaí, São Paulo, entrou em cena com o espetáculo “Gravidade”, que desafia a gravidade com movimentos, desafios corporais e objetos, buscando fluidez, leveza e tensões. O diretor geral da companhia, Henry Camargo, disse que o espetáculo contempla movimentos com parte aérea, explorando o que o elenco pode trazer, com muita qualidade, acrobacias, mostrando um planeta diferente e a hostilização do mundo em que o homem vive, até encontrar seu caminho. “É um espetáculo conceitual e temático. Foi desenvolvido um trabalho corporal para trabalhar a dificuldade de cair, foi feito um trabalho específico para o chão, também”.

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