[Via Midia Max]
Uma corte francesa confirmou neste sábado a pena de 25 anos de prisão para Pascal Simbikangwa, primeiro ruandês condenado na França pelo genocídio dos tutsis em 1994, e que insistiu em sua inocência.
Após seis semanas de debates, o ex-oficial da guarda presidencial, 56, foi considerado culpado de genocídio e cumplicidade em crime contra a humanidade, como na primeira instância, e como solicitou a acusação, por fatos ocorridos há 22 anos.
O réu considera que foi "demonizado" porque era "incondicional" do presidente hutu Juvénal Habyarimana, cuja morte em um atentado em 6 de abril de 1994 foi o elemento que desencadeou o genocídio.
Sua defesa pedia a absolvição "pura e simples". O acusado foi detido em 2008 por tráfico de documentos falsos e está recluso desde 2009 na prisão de Fresnes, região parisiense.