Esportes

Com “nova geração” de torcedores, Praça do Rádio reúne até mil pessoas

[Via Correio do Estado]

Com telão preparado especialmente para transmitir a partida, e presença de 800 a 1.000 torcedores, segundo estimativa da Polícia Militar, a Praça do Rádio Clube se tornou um “evento família” para torcer pela Seleção Brasileira no jogo contra a Suíca deste domingo. Em meio aos ambulantes que vendiam pipoca, cerveja e apetrechos verdes e amarelos, eram as crianças pequenas vidradas na tela que chamavam atenção.

A nova geração de torcedores não carrega nenhum trauma relacionado ao infame 7 a 1 da Copa de 2014, e assistem ao jogo cheios de esperança e otimismo. Nervoso, com a vuvuleza na mão e roendo as unhas, o pequeno Ipei Hattni, de 10 anos, relata suas altas expectativas em relação ao time do Brasil. “Estou nervoso. Mas dessa vez eu vou lembrar e eu vou contar pra minhas irmãs depois”, diz, citando suas irmãs que ainda são muito pequenas para entender totalmente o que está acontecendo. Quando o gol do primeiro tempo veio, Ipei não economizou na comemoração.

A mesma sensação é compartilhada pelas primeiras Emily e Mirela da Silva, de 8 anos. Apesar de Mirela ter guardado na memória a derrota para a Alemanha no último mundial, seu espírito patriótico não está abalado. Junto com a prima, que acompanha a Copa pela primeira vez, ela torcia energicamente e acompanhava o jogo com máxima atenção.

OPORTUNIDADE

A vendedora ambulante Andreia Nogueira,39 anos, estava com expectativa na venda de pipocas "tem bastante família aqui e é um ótimo evento para vender mais".

Já Josefa de Souza Barreto, 41, disse que tem muita esperança com o jogo de hoje, e apostou que a seleção brasileira vai ganhar de 3x0 contra a suíça. "Neymar tem que fazer pelo menos um gol hoje".

Com muita gente enrolada na bandeira e até pintando os cabelos de verde e amarelo com sprays de tinta, o evento na Praça do Rádio juntou clima familiar com muita torcida positiva, e a esperança de um resultado para se orgulhar do desempenho brasileiro no Mundial na Rússia. (Colaborou Bruna Aquino)

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