Capital

Coletivo inspirado em iniciativa do Reviva Campo Grande tem projeto financiado pelo Governo Federal

No segundo semestre de 2019, desembarcou na capital uma proposta inédita de incentivo ao uso dos espaços públicos. Como parte da dinâmica do Programa Reviva Campo Grande, o TransLAB.URB, coletivo autônomo de Porto Alegre/RS, desenvolveu e aplicou, ao longo de cinco semanas,  a metodologia de Laboratórios Urbanos Efêmeros para a Prefeitura de Campo Grande, ocupando neste tempo parte da Esplanada Ferroviária.

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Durante a execução do projeto, as dinâmicas permitiram que esses grupos pensassem em uma continuidade para os arranjos ali formados. E, dessa experiência, nasceu uma “sementinha”: o Coletivo Labor, um grupo formado por estudantes de Arquitetura, Psicologia, Engenharia Civil e um advogado, que busca unir conhecimento de arte, design, urbanismo e psicologia e ampliar as possibilidades de acesso a esses campos do saber, colaborando para o fortalecimento da cultura e de agentes disseminadores e, assim, o direito à cidade.

A boa notícia é que o Coletivo já conseguiu financiamento para dar início às atividades. O projeto foi um dos contemplados no Programa Centelha, uma iniciativa promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), operada pela Fundação CERTI e, no Mato Grosso do Sul, executada pela Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul (FUNDECT). O Programa visa estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Mato Grosso do Sul.

“Ficamos sabendo dele por uma amiga da faculdade, e ele disponibiliza até R$60mil para iniciar um empreendimento de caráter inovador, principalmente no ramo tecnológico, contemplando a aquisição de equipamentos, cursos e viagens para palestras e aulas. Nosso empreendimento teve um total de R$53mil de financiamento, onde procuramos orçar equipamentos para montar um estúdio de produção e fabricação digital, com a aquisição de material para um estúdio de fotografia, computadores, projetor e máquinas de fabricação digital. Para desenvolver cada ramo, montamos uma equipe e dividimos em laboratórios o modelo da empresa”, afirma Paulo Domingos, um dos integrantes do coletivo.

Agora o grupo busca colaboradores para criar uma rede de contatos e tocar o projeto. A coordenadora do Reviva Campo Grande, Catiana Sabadin achou fantástica a ideia do coletivo. “O Lab começou com essa inspiração de que a sociedade de alguma forma incorporasse a proposta, nós, enquanto poder público, temos toda a vontade de incentivar grupos dessa forma. Nosso objetivo sempre foi deixar uma ‘semente’ para a cidade, incentivar o cidadão a dar continuidade às ações de pertencimento dos espaços públicos onde cada um se sinta parte do desenvolvimento urbano e contribua para seu crescimento”, avalia.

Para a equipe do Lab Campo Grande, “é entusiasmante ver premiada uma iniciativa que buscou inspiração também no Laboratório Urbano Efêmero de CG. Reforçar essas iniciativas que visam a participação pública em temas como o direito aos espaços públicos é uma necessidade atual para qualquer processo de construção de cidade que busca melhorar a relação e a qualidade de vida de seus habitantes”.

O Coletivo Labor estabeleceu uma série de objetivos como: construir, impulsionar e sustentar comunidades de aprendizagem; promover e fomentar a criação de projetos culturais e eventos, de arte, design e psicologia que tragam a discussão ou impactem na luta pelo direito a cidade; experimentar, melhorar e validar metodologias de trabalhos colaborativos em vários níveis de atuação; e abrir espaços de reflexão crítica quanto às tecnologias digitais, e como isso impacta a sociedade e a cultura.

Via CGNotícias

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