Saúde

Capital tem emergência suficiente, mas atenção básica precisa melhorar

[Via Correio do Estado]

A saúde pública de Campo Grande foi tema de audiência realizada ontem à noite, na Câmara Municipal. Um dos objetivos da discussão é contribuir para elaboração do Plano de Saúde, com ações que serão colocadas em prática no ano que vem e deverão ser seguidas até 2021.

Durante o debate, o titular da Secretaria Municipal de Saúde Pública (Sesau), Marcelo Vivela, afirmou que a Capital possui uma quantidade suficiente de unidades de emergência e urgência. São seis Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e quatro Centros Regionais de Saúde (CRS).

Um dos problemas está na atenção básica, desenvolvida nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Segundo a prefeitura, essas unidades cobrem apenas 30% da população. O aprimoramento dessa cobertura é considerado desafio para os próximos quatro anos.

Para o secretário, vários pacientes que procuram UPAs ou CRS não precisariam necessariamente estar nessas unidades se a atenção básica fosse efetiva.

A aparelhagem e investimentos em unidades de saúde 24 horas também foram citados pelo secretário.

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