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Capital ganha Centro de Controle Integrado de Mobilidade Urbana na Agetran

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Espaço dá ao órgão mais velocidade e economia na hora de manutenções à sistemas

Na manhã desta segunda-feira (28), foi inaugurado o Centro de Controle Integrado de Mobilidade Urbana de Campo Grande, alocado na sede da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran).

Conforme o diretor-presidente da Agetran, Janine de Lima Bruno, esse Centro de Controle terá quatro partes vitais para o controle e fiscalização do trânsito de Campo Grande, ao nível de transporte coletivo, do trânsito em geral e dos problemas que aparecem no dia-a-dia.

Do Centro Integrado será possível monitorar o transporte coletivo, ter o controle dos semáforos, dos equipamentos de fiscalização (lombadas e radares), além do sistema de câmeras que monitoram as vias campo-grandenses.

“Consigo enxergar em tempo real tudo o que está acontecendo com os ônibus da cidade, se estão rodando; a que velocidade; qual o número do ônibus; se ele está no itinerário ou não; se ele desviou e o porquê ele fez isso; se chegou atrasado no terminal. Tudo fica registrado”, comenta Janine, explicando que, com isso, as reclamações quanto ao transporte público serão melhor acompanhadas.

Além disso, o controle de 190 semáforos ficam no controle ao alcance das mãos. “Consigo alterar a característica de qualquer um daqui. Isso me dá uma resposta de manutenção muito rápida, não preciso deslocar um veículo só para dar um “reset”, isso me dá uma economia de combustível”, ressalta o diretor-presidente.

Para ele, além do tempo de resposta aos problemas do trânsito ser otimizado, a economia é um ponto importante. É veículo e mão de obra que não precisa deslocar. “Isso dá um ganho muito grande para a gente no dia-a-dia, na parte operacional. Além disso, tenho o cercamento virtual”, pontua.

Aliado aos equipamentos de fiscalização, lombadas e radares, que sempre funcionaram e auxiliam no combate à velocidade alta e ao número de acidentes, estará agora um novo equipamento de inteligência artificial que conecta os sistemas campo-grandenses à (nível) nacional.

“Tem um equipamento que chama OCR, e ele lê todas as placas dos veículos que passam ali, independente de ter passado acima ou abaixo da velocidade, 100% ele vai lendo e informando a base, por exemplo, se o veículo for roubado. Se houve assalto à banco”

Janine explica ser possível traçar o trajeto do veículo que passar por pelo menos quatro equipamentos. “Estamos nos integrando ao Córtex, que é um sistema do Ministério da Justiça. Todas as informações que estiverem aqui, vai para o Córtex e para o país inteiro.

Além da proteção à vida, se tiver um roubo, sequestro ou acidente, vai saber por onde passou”, diz ele.

Além disso, nessa primeira etapa, está incluído ao sistema de câmeras 20 equipamentos, “em altíssima resolução, 360 graus, em pontos nevrálgicos (delicados) para a gente, ao nível de trânsito”, explica Janine sobre mais essa função, espalhada por diversos pontos da cidade, como, por exemplo, na Afonso Pena com Ceará e no cruzamento da Euller com Tamandaré.

Através disso é possível saber a quantidade de veículos na rua e auxiliar o fluxo do trânsito.

Via Correio do Estado MS

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