Política

Assis vai deixar secretaria e coordenar campanha de Azambuja

[Via correio do Estado]

O secretário Estadual de Administração e Desburocratização do governo, Carlos Alberto Assis declarou que uma das estratégias para reeleição do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) é de que Assis fique responsável pela coordenação de campanha apenas na Capital. “Coordenação de Campo Grande que é o que posso fazer e acho que sei fazer. Não adianta coordenador geral, não aceito. Coordenação de Campo Grande, onde eu tenho amigos, posso bater na porta e o cara atender”, disse ele.

Assis reafirma que foi convidado para não disputar eleições e que vai ajudar Azambuja a se reeleger. “Estou muito feliz, eu pedi a Deus, faço o que meu coração manda”, disse ele.

Apesar da definição de que não vai se candidatar a nenhum cargo da base, o secretário reconheceu que existiram dúvidas sobre o assunto. “Quando tenho dois caminhos eu peço pra Deus tocar meu coração e rezei muito e pedi para ele tocar no meu coração. Ele tocou. Estou feliz e me sentindo muito útil dentro do governo. Vou ajudar a administrar até quando der e depois sair para campanha de reeleição do Reinaldo”, reforçou.

A saída do secretário do governo ocorrerá quando a campanha começar. “Final de julho e início de agosto saio para campanha e o Édio Viegas (subsecretário) fica no meu lugar, que é o cara que realmente sabe tocar aquilo lá”, afirmou.

Ao ser indagado sobre a derrota na coordenação da campanha para Prefeitura de Campo Grande, em que Assis esteve à frente para tentar eleger a vice-governadora do Estado, Rose Modesto (PSDB), Assis disse que o insucesso não o intimidou. “Vou continuar, porque foi vitoriosa. Não me ofereci não, me chamaram. Tanto é que eu seria candidato a deputado e queria, mas me convenceram que eu seria melhor lá. Então você tem que ir onde te acham melhor. Mesmo porque eu nunca tive nenhum voto. Nem o meu. O meu eu dou para os outros. E pra ser deputado precisa de muito voto”, disse o secretário.

Além de Assis, os titulares de Segurança, José Carlos Barbosa (DEM), e de Infraestrutura, Marcelo Miglioli (PSDB) também deixaram o governo para as eleições.

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