[Via Agência Brasil]
O Presídio de Trânsito de Campo Grande (Ptran) recebeu, nesta quinta-feira (2), uma operação pente-fino realizada pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), sob o comando da Diretoria de Operações. As vistorias foram efetuadas com o objetivo de apreender materiais ilícitos, coibir irregularidades e verificar a situação das celas.
As revistas duraram cerca de três horas e foram realizadas por 19 agentes penitenciários em celas dos pavilhões 1 e 2. Os trabalhos foram acompanhados pelo chefe da Divisão de Estabelecimentos Penais da Agepen, Antônio Rubens Fernandes, e por integrantes da Gerência de Inteligência do Sistema Penitenciário (Gisp). Policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar participaram da ação, atuando na retirada e contenção dos detentos.
Relatório da chefia de Disciplina do Ptran aponta que a vistoria transcorreu sem alterações e resultou na apreensão de dois celulares, vários carregadores e algumas porções de entorpecentes. Internos identificados como proprietários dos ilícitos foram isolados, preventivamente, em celas disciplinares. Eles também irão responder administrativa e criminalmente, conforme suas responsabilidades.
De acordo com o diretor-presidente da Agepen, Aud de Oliveira Chaves, a inspeção foi de rotina, previamente programada, como parte das ações de segurança no sistema penitenciário do Estado.
Dourados
Agentes penitenciários que atuam no Estabelecimento Penal de Regimes Semiaberto, Aberto e de Assistência aos Albergados de Dourados (EPRSAA-D) flagraram uma cena inusitada no final da tarde dessa quarta-feira (1º).
Por volta das 17h40, durante revista corporal, os servidores surpreenderam o interno José Martins Araújo, 20 anos, que retornava da rua, com dois tabletes de maconha presos ao corpo, fixados com fita adesiva. A droga estava nas costas do apenado, que alegou não ser o proprietário do entorpecente, mas se recusou a revelar quem seria.
Encaminhado à delegacia de Polícia Civil, José Martins Araújo foi indiciado por tráfico de drogas qualificado e irá responder pelo crime, além de ser regredido para o regime fechado.
