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Ação civil contra Mike Tyson por estupro em Nova York pede R$ 25,3 milhões

Violência sexual contra uma pessoa teria ocorrido em 1990, dentro de uma limusine

Uma ação civil movida sob a Lei de Sobreviventes Adultos em Nova York busca US$ 5 milhões (R$ 25, 3 milhões) de Mike Tyson pelo suposto estupro de uma pessoa anônima, de acordo com o processo.

A pessoa que fez a denúncia afirma que Tyson tirou suas calças e a estuprou violentamente em uma limusine depois que eles se conheceram em uma boate dos anos 1990 chamada Septembers, de acordo com uma declaração arquivada em Albany.

O caso foi apresentado sob uma lei de Nova York recentemente promulgada que permite que sobreviventes adultos de agressão sexual processem seus agressores, mesmo que o prazo para suas reivindicações tenha expirado.

Na declaração pedindo anonimato, a suposta vítima expõe o que ela afirma ter ocorrido enquanto ela estava na limusine de Tyson a caminho de pegar um amigo.

“Tyson imediatamente começou a me tocar e tentou me beijar”, disse a pessoa.

“Disse várias vezes que não e pedi para ele parar, mas ele continuou me atacando. Ele então tirou minhas calças e me estuprou violentamente”, diz o depoimento.

A pessoa denunciante afirma que continua sofrendo lesões físicas, psicológicas e emocionais, entre outras coisas, como resultado da suposta agressão.

O tribunal agendou uma audiência no próximo mês para dar a Tyson a chance de se opor ao pedido dos acusadores de prosseguir com o processo anonimamente.

Ele cumpriu três dos seis anos de sua sentença por uma acusação de estupro e duas acusações de má conduta sexual.

A reportagem procurou os representantes de Tyson para comentar as alegações.

Os advogados da pessoa acusadora disseram que conduziram investigações “minuciosas e incrédulas” sobre as alegações “e determinaram que são altamente confiáveis”.

“De fato, várias alegações foram feitas contra o réu”, escreveram os advogados.

A pessoa acusadora procura permanecer anônima porque Tyson é uma celebridade.

O caso foi aberto no condado de Albany, onde os advogados dizem que o episódio ocorreu.

Via CNN Brasil

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