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Secretários e procurador-geral não terão aumento; apenas prefeito e vice

Redação

[Via Correio do Estado]

O aumento de 4,17% no salário da alta cúpula do Executivo não valerá para os secretários municipais, procurador-geral e tampouco para os titulares das unidades da administração indireta. A determinação consta na lei que oficializa o reajuste, publicada nesta sexta-feira (22) no Diário Oficial.

Conforme o texto, somente o prefeito Marcos Trad (PSD) e a vice Adriane Lopes (PEN) terão os vencimentos ajustados em 1% com efeito retroativo a partir de outubro e o restante, a partir de 1º de dezembro.

Tomando como base as informações do último pagamento disponíveis no Portal da Transparência, o salário de Trad passará de R$ 20.412,42 para R$ 21.263,61. Já o de Adriane subirá de R$ 15.308,66 para R$ 15.947,03.

O projeto não passou com unanimidade. André Salineiro (PSDB), Loester (MDB), Wilson Sami (MDB), Vinicius Siqueira (DEM) e Lívio (PSDB) foram contra o reajuste. Dos demais vereadores, Fritz (PSD), Papy (SD) e Cury (Sem partido) não estavam presentes no momento da votação. Todos os demais votaram pelo aumento.

Por efeito cascata, mesmo que não tenha sido especificado em lei, o reajuste aumenta também os servidores cujo salário é limitado pelo teto constitucional, como fiscais de renda e procuradores do município.

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