Geral

A capital morena registrou em 2018 o nascimento de 16.446 bebês (nascidos vivos). Desse montante 3,3% foram de mães adolescentes, 70,7% foram de mães de 20 a 34 anos e 16% de mães com 35 anos ou mais. Esses dados foram informados pela Cevital (Coordenadoria de Estatísticas Vitais) da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde. Segundo o levantamento, 16.329 nascimentos ocorreram em hospitais, 57 em outros estabelecimentos de saúde, 51 partos foram domiciliares e nove ocorreram em outros locais. O hospital que mais concentrou nascimento foi a Maternidade Candido Mariano com 9.102, o que representa 55,6% do total, sendo a média de 758,5 nascimentos por mês. O segundo lugar ficou com a Santa Casa de Campo Grande com 3.128 nascidos vivos, ou equivalente a 19,1% do total e média mensal de 260,7 nascimentos por mês. Em seguida aparecem os hospitais Regional e Universitário com 2.193 (13,4%) e 1.701 nascimentos (10.4), respectivamente, e o Hospital Geral do Exército com 192 nascimentos. As dez unidades de urgência e emergência do município (UPAs e CRSs) registrados 54 nascimentos durante o ano de 2018. No ano anterior passado, a gravidez na adolescência foi de 14,0%, 71,8% foram de mães entre 20 e 34 anos e 14,2% nas mães acima de 35 anos, o que revela uma tendência para diminuição na gravidez precoce.

[Via Correio do Estado]

O papa Francisco recebe amanhã (27), em reunião reservada, o líder indígena brasileiro Raoni Metukire, de origem kayapó. Na ocasião, o cacique deve apresentar demandas do movimento indígena, sobretudo aquelas que têm relação com as condições de vida de povos que vivem na região amazônica.

Em uma viagem feita ao Chile e ao Peru, em janeiro do ano passado, o pontífice afirmou que "provavelmente, nunca os povos originários amazônicos estiveram tão ameaçados nos seus territórios com o estão agora". O líder religioso também disse, na oportunidade, que "a defesa da terra não tem outra finalidade senão a defesa da vida".

De acordo com o Vaticano, o encontro desta segunda-feira quase foi cancelado, por pressão de representantes da indústria madeireira e do agronegócio, mas foi confirmado ontem (26). O compromisso se insere no contexto da Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Pan-Amazônica, que tem como tema Amazônia: Novos Caminhos para a Igreja e por uma Ecologia Integral. O evento será realizado entre os dias 6 e 27 de outubro, em Roma.

Segundo a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), é de praxe que, para todo sínodo, haja um processo de escuta das reivindicações daqueles que são foco do evento. Este ano, portanto, o acolhimento de demandas abrange diálogos com os povos indígenas e todas as comunidades que vivem na Amazônia.

Esse processo é a etapa preparatória, a primeira das três que compõem o sínodo, instituído em 1965. As fases seguintes são a celebrativa, em que os bispos se reúnem em assembleia, e a de atuação, na qual as deliberações aprovadas pelo papa são acolhidas pelas igrejas.

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