[Via Correio do Estado]
Empresa de alimentos Siloé trabalhava de forma clandestina e foi autuada pelo Procon e pela Vigilância Sanitária, na manhã desta quinta-feira (14). Em denúncia anônima por telefone, consumidor relatou que havia encontrado grãos de arroz, pedras e outros detritos escuros em um pacote de açúcar.
No galpão havia vários produtos embalados como, trigo, fécula de mandioca (polvilho), arroz e açúcar, e uma máquina para embalar alimentos. A Vigilância Sanitária foi até lá e constataou atividade de produção imprópria de alimentos.
O subsecretário de Proteção e Defesa do Consumidor de Campo Grande Valdir Custódio, detalhou que“ não há condições de trabalho, o local está impróprio para armazenamento de alimentos e não há um controle de pragas, está sendo feito um trabalho clandestino, não tem documentação fiscal e o local será interditado”.
O proprietário Merival Gonçalves Rezende, 66, disse que quando o procon chegou, o local ainda não havia sido limpo para começarem os trabalhos, e acredita que a denúncia foi feita de má fé, após análise da perícia da Polícia Civil, Merival será encaminhado para a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (Decon)
Armazenamento indevido de alimento é crime e multa varia de R$ 100,00 a R$ 15.000,00 dependendo do risco sanitário.