[Via Correio do Estado]
Atrasos, diminuição da frota em determinadas linhas, problemas nos veículos, com falhas mecânicas ou riscos aos usuários, como bancos quebrados, por exemplo e também a falta de ônibus articulados no finais de semana são algumas das infrações que o Consórcio Guacurus comete todos os dias em Campo Grande.
Tais problemas resultam em notificações dos fiscais da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) contra a empresa, que gerencia o transporte público da Capital desde outubro de 2012. No entanto, apesar de manter as irregularidades e ser notificado frequentemente, dificilmente o consórcio paga alguma multa, que dependendo do caso, chaga a R$ 1 milhão.
“A parte dos fiscais é feita, daí pra frente só Deus sabe o que acontece. Pelos cálculos que fazemos, o município deixa de arrecadar de R$ 50 milhões a R$ 100 milhões por ano por não recolher as multas. Em geral os problemas são por atraso e quebra de veículos”, diz um dos servidores da Agetran que denunciou o caso à reportagem. Nenhum dos ouvidos terá cargo ou nome revelado.