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Manifestantes pedem saída do presidente e comércio reclama

[Via Correio do Estado]

Aos gritos de “Fora Temer” os manifestantes começam a aglomeração na Praça Ary Coelho. Servidores federais se juntaram aos estaduais que já estavam no local e aguardam chegada dos professores municipais para iniciar caminhada até a Praça do Rádio Clube.

Sindicalistas usam o microfone para declarar palavras que defendem a manutenção de direitos ameaçados com as atuais reformas trabalhista e da previdência, em votação no Congresso Nacional. Ao final de cada explanação, os gritos que pedem a saída do presidente Michel Temer (PMDB) voltam.

Para a estudante Ana Carolina Freitas de Oliveira, 14 anos, participar do movimento é válido porque é uma forma de lutar por seu futuro. “Temos que mostrar que não estamos contentes com o que estão fazendo”.

O comércio do entorno das ruas 14 de Julho, Afonso Pena, 13 de Maio e 15 de Novembro, no entanto, reclama.

O gerente de uma loja de roupas infantis, Rodrigo Barbosa, 33 anos, diz que seria mais válido se todo comércio aderisse. “Se todos fechassem, tudo bem. Mas ninguém fecha e a gente acaba perdendo um dia de trabalho porque precisa ficar praticamente de portas fechadas”, lamentou.

Quem também reclama é a vendedora Rosália Aquino, 21 anos, que contava com o movimento da sexta-feira para vender um pouco mais. “Mas com o protesto, os clientes não vêm para o centro”, comenta.

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