Saúde

Menos pacientes, mas Pronto Atendimento contiua superlotado

[Via Correio do Estado]

Há 25 dias sem receber ou atender pacientes que procuram o Hospital Regional (HRMS) de forma espontânea, o Pronto Atendimento Médico (PAM) do local continua superlotado e com problemas para encaminhar casos graves.

As reclamações são muitas, como da mãe de Cristiane Silva, 36 anos, foi transferida de Corumbá – a 420 quilômetros da Capital – para o hospital há uma semana e ficou um dia no corredor do local a espera de vaga. Maria Silva, 58 anos, foi diagnosticada com câncer no cérebro, após passar mal e ser socorrida ela precisou ser encaminhada para o HRMS, onde deve tratar a doença.

No dia 4 de janeiro a direção do HRMS anunciou a suspensão do atendimento de casos de baixa complexidade no pronto atendimento, que estava superlotado ao longo de todo o ano passado. A unidade passou a atender apenas pacientes com encaminhamento ou casos graves.

Apesar de aparentar estar menos movimentando do que ao longo de 2016, o PAM continua superlotado. A capacidade do PAM é de 77 leitos, mas, de acordo com o hospital operava constantemente com mais de 130 pacientes por dia, chegando até 150 em casos extremos. A maior parte dos casos, 70%, era de demanda espontânea, ou seja, de pacientes que procuravam diretamente o hospital para atendimento médico.

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