[Via G1]
agressor foi morto a tiros pela polícia após ferir nove pessoas nesta segunda-feira (28) na Universidade Estadual de Ohio, na cidade de Columbus. O campus ficou isolado e em alerta, mas agora já está seguro, afirmou a instituição.
Segundo a polícia, o agressor atropelou propositalmente pedestres com um carro e em seguida esfaqueou algumas pessoas com uma faca de açougueiro. Inicialmente, a universidade havia informado que o homem havia disparado tiros, mas a polícia afirmou depois que não há indícios de uso de arma de fogo.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2016/W/F/RgToqyQkeV5U2qIZ5isw/ohio.jpg)
Carro é isolado pela polícia ao responder a um ataque nesta segunda-feira (28) no campus da Universidade Estadual de Ohio (Foto: AP Photo/John Minchillo)
Entre as pessoas que receberam atendimento, uma se encontra internada em estado crítico. A situação das demais é estável.
A universidade foi cercada depois que foi detectada a presença do agressor. A polícia afirma que chegou em menos de um minuto, atirou e matou o suspeito.
“Atirador ativo no campus. Fujam, escondam-se, defendam-se”, escreveu o departamento de emergência da universidade no Twitter. Com medo, alunos chegaram a montar barricadas nas salas de aula.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2016/9/E/HuZXu4Q5Whjow6GC0FEg/ohio2.jpg)
Universidade foi cercada pela polícia (Foto: Tom Dodge/The Columbus Dispatch/AP)
Depois que a situação voltou a ficar segura, as atividades acadêmicas foram canceladas e alguns prédios permanecem fechados. Policiais continuam no campus.
Segundo o jornal “Washington Post”, a universidade tem cerca de 58.600 estudantes em seu campus principal.
Brasileiro dá relato
O brasileiro Gustavo Stille, de 29 anos, é um dos funcionários da Universidade Estadual de Ohio que tiveram que fugir do campus. Ele e seus colegas conseguiram deixar o prédio em segurança e se abrigaram em um bar próximo ao local.
Poucos minutos depois que a presença do atirador foi detectada, Gustavo recebeu uma mensagem de alerta em seu celular. Em seguida os alarmes do prédio dispararam, e ele e seus colegas de trabalho começaram a deixar o prédio.
Em depoimento ao G1, ele disse que algumas pessoas se desesperaram, mas ele conseguiu ficar calmo. “Não tinha passado por isso antes, mas a gente é treinado pra saber reagir. A gente já sabia as rotas de evacuação, a expectativa do que acontece numa situação dessa. O treinamento me deixou seguro, sabia o que tinha que fazer”, diz.