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Após 10 anos, prefeitura abre licitação para reforma do Cetremi

Redação

[Via Correio do Estado]

A Prefeitura de Campo Grande abriu licitação para a contratação de uma empresa especializada para reforma da sede do Centro de Triagem e Encaminhamento do Migrante e População de Rua (Cetremi). A publicação foi feita no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande) desta segunda-feira (4).

A reforma vem após mais de 10 anos da última intervenção no local, que segundo o titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), Rudi Fioresi, foi feita ainda na primeira gestão do ex-prefeito Nelson Trad Filho.

Conforme o secretário, no local será feita a revisão geral da parte elétrica, hidráulica, troca de piso, pintura e a construção de muro. A previsão da prefeitura é de gastar R$ 750 mil com esta reforma, recurso da própria administração.

A documentação de habilitação das empresas interessadas e a proposta deverão ser entregues às 8h do dia 6 de dezembro deste ano, na sala de reuniões da Diretoria-Geral de Compras e Licitação (Dicom), localizada na avenida Afonso Pena, nº 3.297, no Paço Municipal.

Ainda segundo Fioresi, a previsão é de que as obras no local comece, ainda no primeiro semestre de 2020.

ATENDIMENTO

Diariamente são acolhidos cerca de 100 pessoas no Cetremi, que recebem alimentação higiene, local para dormir e atendimento técnico (psicólogos e assistentes sociais) “que verificam a situação individual e encaminham para outras políticas públicas caso haja necessidade”, informou a Secretaria Municipal de Assistência Social (SAS) por meio de sua assessoria.
A secretaria também lembrou que a “população” do local é rotativa “de modo que ao longo do ano chegam a passar pela unidade mais de 600 pessoas que estão em trânsito”. No local os acolhidos também são encaminhados para a sua cidade de origem no caso dos que assim desejam, ou recebem ajuda para conseguir trabalho.

Em 2017 o Cetremi chegou a ficar fechado durante o período em que os trabalhadores vinculados à Omep e a Seleta paralisaram as atividades devido a uma decisão judicial.

A reforma está prevista para ser feita desde janeiro de 2017, quando o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD) esteve no local e identificou alguns problemas no prédio, como a necessidade de separação de homens e mulheres, o que melhoraria o atendimento e daria mais conforto aos acolhidos.

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